terça-feira, 26 de abril de 2011

[lata_de_sardinha] Resumo 1146

Existem 2 mensagens sobre este tópico.

Tópicos contidos neste resumo:

1.1. Re: Sem a censura da Globo. [1 Anexo]
De: Lorena Mocelin

2. Livro "Manual do Hedonista"
De: Minina Feinha


Mensagens
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1.1. Re: Sem a censura da Globo. [1 Anexo]
Enviado por: "Lorena Mocelin" lorena_mocelin@yahoo.com.br lorena_mocelin
Data: Seg, 25 de Abr de 2011 10:32 am

Não veio nenhum anexo.

--- Em sex, 22/4/11, Marcial Garcia <marcial.garcia@gmail.com> escreveu:

De: Marcial Garcia <marcial.garcia@gmail.com>
Assunto: [lata_de_sardinha] Sem a censura da Globo. [1 Anexo]
Para: "Marcial Garcia" <marcial.garcia@gmail.com>
Data: Sexta-feira, 22 de Abril de 2011, 15:40

Este é o jornalista Luiz Carlos Prates, de uma filiada da Rede Globo em
transmissão local em Florianópolis/SC. Mas devia ser transmitido em rede
NACIONAL.

Vcs Não acham?
 
 


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Mensagens neste tópico (2)
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2. Livro "Manual do Hedonista"
Enviado por: "Minina Feinha" minina_feinha@yahoo.com.br minina_feinha
Data: Seg, 25 de Abr de 2011 11:14 am

HORA DE DESCONECTAR
Segundo o livro, bastam cinco identificações
com os sintomas abaixo para caracterizar a
necessidade de uma "intervenção
hedonista" •
Você não lembra o telefone de ninguém porque todos os números
estão programados no celular •
Manda mensagens eletrônicas para pessoas que estão sentadas na mesma
sala • Suas férias
seguem um roteiro • A
idéia de uma semana inteira sem acesso à internet é apavorante
• Sente-se entediado
em casa se a televisão estiver desligada •
Precisa assistir ao noticiário todo dia para ter certeza de que o mundo
não vai acabar •
Pára para assistir a seriados que já viu inúmeras vezes
• É incapaz de sentar e ficar pensando
em silêncio • Suas
conversas giram em torno da vida dos outros, não da sua
• Compra um sapato porque combina com seu iPod
 
DE PERDER O JUÍZO
Dez motivos para parar tudo e mergulhar

de cabeça no que a vida tem de melhor •
Tire férias sozinho. Você vai se conhecer melhor
• Apaixone-se perdidamente. Segurança
emocional é coisa supervalorizada •
Visite os trópicos com alguém especial. Dure ou não, você
nunca vai esquecer •
Acampe no deserto. Fuja da civilização e tudo ficará mais
claro • Faça um
passeio de balão •
Passe uma semana longe de todos e faça tudo o que tiver vontade
• Dê-se uma festa de aniversário
espetacular. Não precisa ser grande, só espetacular
• Monte o álbum de fotografias da sua
vida. Vai ver que sua vida rende uma história •
Mande pintar seu retrato. Todo mundo merece ser imortalizado para a posteridade
• Deixe o passado para
trás. Ele existe para ser lembrado, não para ficar preso a ele
 
DESACELERE Dez
passos infalíveis para libertar o hedonista
que existe dentro de você
•
Sente-se num banco de jardim para ver a vida passar •
Balance-se numa rede, olhando as estrelas •
Flutue sobre as ondas do mar •
Faça uma caminhada sem rumo •
Leia um livro em total silêncio •
Cochile sob o sol • Tome
um banho de banheira à luz de velas •
Durma até não poder mais •
Estenda as preliminares •
Veja um filme sueco  
E DAÍ? Dez
coisas que você não devia fazer.
Mas, quando faz, se diverte
•
Beber até constranger os amigos •
Dormir até depois do meio-dia •
Comprar a crédito •
Fazer sexo com um ex •
Jogar • Comer o que engorda
• Ligar para o trabalho
e dizer que está doente •
Ficar acordado até tarde •
Fofocar • Tramar uma
vingança  
DESAPEGUE-SE Dez
exemplos de coisas que parecem importantíssimas,
mas passam sem deixar
vestígio •
Juventude • Paixão
• Barriga tanquinho
• Emprego •
Problemas • Importância
profissional • Relacionamentos
• Dívida
• Hemorróidas
• A vida

Comportamento
Hedonista,
muito prazer Livro chama atenção
para as coisas boas da vida.
E também para as ruins que podem ser muito
boas
Mariliz
Pereira Jorge Se você não
bebe, não fuma, não come comida gordurosa, não gasta mais
do que ganha, faz exercícios regularmente e sexo idem, mas sempre seguro,
pelo menos ache um tempinho para ler Manual do Hedonista, do americano
Michael Flocker, que a editora Rocco acaba de lançar no Brasil. O livro
não é exatamente uma obra de fôlego. Ao contrário,
é ligeiríssimo em sua despretensiosa missão de ajudar pessoas
muito ocupadas, muito apressadas e muito preocupadas â€" ou seja, a metade
certinha da humanidade â€" a pelo menos dar umas boas risadas só em
cogitar na possibilidade de relaxar e até cometer alguns excessos. "As
pessoas passam a vida querendo ver a conta do banco crescer e esquecem que a vida
está acontecendo agora, não daqui a dez anos ou quando se aposentarem.
Vivem conectadas com o mundo, mas não consigo mesmas. Simplesmente esquecem
de viver", disse Flocker a VEJA. Se for completamente impossível desacelerar
e perder tempo com bobagens divertidas como o Manual do Hedonista, pelo
menos passe os olhos pelas listas em que o autor resume sua filosofia, como as
que ilustram estas páginas.
Para a filosofia propriamente dita, hedonismo é coisa séria. Suas
raízes foram lançadas pelo filósofo grego Epicuro. Ele pregava
que o objetivo de todos os atos é alcançar o prazer e, com ele,
a alma tranqüila que permitiria viver numa espécie de estado superior.
"É a busca dos prazeres simples e refinados para viver com sabedoria",
define Marco Zingano, professor de filosofia antiga da Universidade de São
Paulo. Apesar da moderação e até frugalidade da idéia
original, o que se disseminou, nada surpreendentemente, foi uma espécie
de degeneração do conceito â€" pensem em Roma e todos os seus
abusos. Também nada surpreendentemente, o cristianismo se transformou numa
espécie de bandeira anti-hedonista, sobretudo em suas variantes mais puritanas
â€" pensem no protestantismo fundamentalista que está na raiz da formação
americana. Flocker faz até brincadeira com as diferenças entre Estados
Unidos e Brasil. "Primeiro, eu me perguntei se os brasileiros precisam mesmo de
um livro que ensine como aproveitar a vida", diz. "Mas depois me dei conta de
que Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo, são como qualquer outra
cidade grande do mundo e devem estar cheias de doidos correndo para cima e para
baixo, que precisam desacelerar." Autor de outra pérola do gênero
ligeiro, O Metrossexual â€" Guia de Estilo, Flocker diz que tenta seguir
os próprios conselhos: jornada de trabalho de no máximo quarenta
horas por semana e viagens turísticas no mínimo quatro vezes por
ano, sempre com o celular desligado. "Ninguém é tão necessário
que não possa ficar incomunicável", diz. Mas, como nada é
perfeito, desde que lançou o livro não pára de trabalhar
na sua divulgação, "sem tempo para fazer coisas muito mais divertidas".


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