Tópicos contidos neste resumo:
1. Re: Chegada do José Alencar ao céu
De: Lorena Mocelin
2. Re: A origem dos Ditados Populares (a conferir)
De: Lorena Mocelin
Mensagens
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1. Re: Chegada do José Alencar ao céu
Enviado por: "Lorena Mocelin" lorena_mocelin@yahoo.com.br lorena_mocelin
Data: Qua, 13 de Abr de 2011 10:21 am
Hahahaha, essa também foi muito boa!
--- Em qua, 13/4/11, Zécarlos <j.bramim@yahoo.com.br> escreveu:
De: Zécarlos <j.bramim@yahoo.com.br>
Assunto: [piadas-ligeiras] Chegada do José Alencar ao céu
Para:
Data: Quarta-feira, 13 de Abril de 2011, 9:17
O Zé Alencar chegou ao céu e não tinha ninguém na portaria.
Ele ficou bravo e foi direto para a sala de Deus. Chegou lá e reclamou:
- PÔ, Deus, não tem ninguém para me receber!!!
Paciente, Deus atendeu o Zé e depois orientou onde era o seu lugar.
Em seguida, muito bravo, Deus chamou São Pedro.
- São Pedro, vem para cá, o vice presidente é um grande empresário e você não estava
na portaria para recebê-lo!
São Pedro respondeu:
- Mas, Deus, nós marcamos dez vezes com ele e ele furou todas...
***
âœQuando os problemas se tornam absurdos, os desafios se tornam apaixonantes."-Dom Hélder Câmara
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2. Re: A origem dos Ditados Populares (a conferir)
Enviado por: "Lorena Mocelin" lorena_mocelin@yahoo.com.br lorena_mocelin
Data: Qua, 13 de Abr de 2011 12:26 pm
Adorei essa mensagem dos ditados populares!
Beijos da Lorena, prevejo na bola de cristal que todos aqui serão muito felizes!
--- Em seg, 11/4/11, Manu <manu2147@gmail.com> escreveu:
De: Manu <manu2147@gmail.com>
Assunto: [riso] A origem dos Ditados Populares (a conferir)
Para:
Data: Segunda-feira, 11 de Abril de 2011, 12:50
No nosso dia-a-dia é bem comum
fazermos uso de ditados populares. Estes já são
parte tão integrante em nossas vidas que nem mesmo estranhamos
mais o que é dito neles.
E olha que tem certos ditados pra
lá de estranhos. O mais interessante é que não é algo intuitivo, ou seja,
daquelas que basta seguir a lógica para entender. Na verdade, embora muito
usadas, poucas pessoas realmente fazem idéia do por que estão falando aquilo.
Assim, não custa nada acrescentar um pouco mais de conhecimento!
Mãos á obra então, por que eu âœnão entendi patavinasâ do que foi dito até
agora:
Não entender Patavina
Não saber nada sobre determinado assunto. Tito Lívio, natural de
Patavium (atualmente Pádova, Itália) usava um latim muito difícil,
originário da sua região. Nem todos entendiam, daí surgiu o Patavinismo, e
mais tarde a expressão.
Casa da mãe Joana.
Onde tudo vale, todo mundo pode entrar, mandar, etc. Joana, rainha de
Nápoles e condessa de Provença (1326-1382), liberou os Bordéis em Avignon,
onde estava refugiada, e mandou escrever nos estatutos: âœque tenha uma porta
onde todos entrarãoâ. O lugar ficou conhecido como âœPaço de mãe Joanaâ ou
âœCasa da mãe Joanaâ.
Motorista Barbeiro
- Nossa, que cara mais barbeiro!
No século XIX, os barbeiros faziam
não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam
dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços
mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal
feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão âœcoisa de barbeiroâ. Esse
termo veio de Portugal, contudo a associação de âœmotorista barbeiroâ, ou
seja, um mau motorista, é tipicamente
brasileira.
Tirar o Cavalo da Chuva
- Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não
vou deixar você sair hoje!
No século XIX, quando uma visita iria ser
breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se
fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido
da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da
chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: âœpode
tirar o cavalo da chuvaâ. Depois disso,
a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.
Ok
A expressão inglesa âœOKâ (okay), que é mundialmente conhecida pra
significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no
EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam pras bases sem nenhuma
morte entre a tropa, escreviam numa placa âœ0 Killedâ (nenhum morto),
expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo âœOKâ.
Onde Judas Perdeu as botas
Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas
enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que
havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas.
Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca
delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as
botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada pra designar um lugar
distante, desconhecido e inacessível.
Pensando na Morte da Bezerra
A história mais aceitável pra explicar a origem do termo é proveniente
das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados pra Deus como
forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a
uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se
lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto
morreu.
Pra Inglês ver
A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o
Brasil aprovasse leis que
impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis
não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas âœpra inglês
verâ. Daí surgiu o termo.
Rasgar Seda
A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra
pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins
Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o
pretexto de sua profissão pra cortejar uma moça e começa a elogiar
exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz:
âœNão rasgue a seda, que se esfiapaâ.
Anda à toa
Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à
toa é o que não tem leme nem rumo, indo pra onde o navio que o reboca
determinar.
Nhenheenhem
Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao
Brasil, os indígenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os
portugueses ficavam a dizer
âœnhen-nhen-nhenâ.
Vai Tomar Banho
Em âœCasa Grande & Senzalaâ, Gilberto Freyre analisa os hábitos de
higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas,
como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e
de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à
nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e
se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore
pra limpar os bebês e lavar no rio as redes
nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado
em roupas que não eram trocadas com freqüência e raramente lavadas, aliado à
falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando
estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem âœtomar
banhoâ.
A dar com pau
O substantivo âœpauâ figura em várias expressões brasileiras. Esta
expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam
morrer durante a travessia e, pra isso, deixavam de comer. Então, criou-se o
âœpau de comerâ que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sapa e angu
pro estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.
Eles que são Brancos que se Entendam
Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século
XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus
comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão
reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu
do português a seguinte frase: âœVocês que são pardos, que se entendamâ. O
oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom
Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar
conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que
estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós somos
brancos, cá nos entendemos.
Água mole em Pedra dura, tanto bate até que Fura
Um de seus primeiros registros literário foi feito pelo escritor latino
Ovídio (43 a.C.-18 d.C), autor de célebres livros como A arte de amar e
Metamorfoses, que foi exilado sem que soubesse o motivo. Escreveu o poeta:
âœA água mole cava a pedra duraâ. É tradição das culturas dos países em que a
escrita não é muito difundida formar rimas nesse tipo de frase pra que sua
memorização seja facilitada. Foi o que fizeram com o provérbio portugueses e
brasileiros.
Juro de Pés Juntos
- Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu.
A expressão surgiu
através das torturas executadas pela Santa Inquisição, as quais o acusado de
heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado pra dizer
nada além da verdade. Até hoje o termo é usado pra expressar a veracidade de
algo que uma pessoa diz.
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